Archive for the Prolixidade Category

A Tv e o Rádio que o Parta…

Posted in Humor/Nonsense/Coisa Inútil, Prolixidade, Tanto faz..., Tudo on 19/11/2009 by reticencioso

O rádio e a televisão são os inteiros meios de comunicação mais conhecidos e pouco comunicativos do mundo da comunicatividade, perdendo talvez apenas, e somente ou não, pela internet, pelos brinquedos educativos e pelas laterais das caixas de cereal…

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“Tony tbm é cultura!”

Hoje em dia, para muitos brasileiros, um dos termos mais usados ao usufruir desses meios prostáticos magnetostáticos, é o mesmo termo usado no encontro do mindinho do pé com qualquer quina pontiaguda…

grito

Para entender melhor, usarei uma explicação do maior gênio cientista vivo da tele-rádio-comunicação-análoga-digital:

“A aléia que conduz à ascenção da cadeia de concessões ético-moralistas nos difundem de maneira vaga a proceder de forma não conceitual à epítase do instinto humano, deliberando um quadro social distinto de qualquer preceito liberal de expressão verbal ou artística, dividindo o atual idealismo expressionista em diferentes causas e efeitos não cognatos, tornando-se hoje uma crescente forma quase abstrata de uma patarata instância contextual na comunicatividade, sendo o principal impelente do dolente caos massivo do onipresente universo análogo-digital.”

_Falou e disse! Ô Cride, fala pra mãe!!

Negativo Imperativo Constante…

Posted in Prolixidade, Tudo with tags , , , on 19/08/2009 by reticencioso

No espaço mútuo do senso contrário comum e da desordem natural das coisas descabidas da proporção paliativa, ascende-se a hiperbólica regra que sustenta a não-relatividade em sua esporádica, assimétrica e abissal base básica de leis adjuntas e adjetivos legais…

Isso se aplica a partir da não dissidência de regras não consolidadas a partir da partibilidade geral que envolve o Sistema Universal das Leis, deflagrando-se indiretamente na ordem consecutiva contrária às mesmas, pelos Numerais Orientados ao Revés de Todo o Espaço, conjuntando assim, um meio interceptível das formais formas que antecedem o começo do prelúdio das ações dos momentos no tempo consequente às ações contrárias não associadas, transmutando as exceções temporais da não-relatividade em situações subjetivas ao Negativo Imperativo Constante, tornando-se a principal parte inegável aos recíprocos eventos contrários nos casos comuns de disparidade ocasional.


Fala de novo… Fala…

Pequenos devaneios que fazem nossa vã filosofia se revirar no seu vão túmulo…

Posted in Divagação/Filosofia, Insanidade, Prolixidade, Tudo on 30/07/2009 by reticencioso

O mundo é tão simples em sua vasta complicação, que me deixa pasmamente perplexo. É como a gramática… A maioria acha que sabe usá-la… Mas pra que tentar entendê-la?!!

E em meio a isso penso em como afirmar que hoje amanhã será ontem, mas isso acabou quando deixei de pensar nisso anteontem… Aí só afirmo hoje que ontem foi o amanhã de anteontem e o amanhã de hoje é amanhã mesmo, mesmo que o amanhã amanhã será hoje…

E se Deus é fruto do subconsciente coletivo de gerações passadas, pergunto-me se vivemos na dimensão do tempo ou se o tempo se limita a se relevar apenas a temporizar a nossa existência…

As vezes, me pergunto algo que não sei responder, aí eu me indago o porquê da pergunta, aí me lembro do que eu quero saber, mas se eu sei o que quero saber, procuro a resposta do por que fiz a pergunta…

E quando achei ter achado o então procurado porquê da questão, depois de uma longa e impaciente análise dos prós e contras, chego a um ínfimo resultado. E descubro que devo discernir agora os pós dos contras e os contras de vice-versa…

Descobri que minha ansiedade por dormir não me permite concluir tal ato… Imagine você ansioso por algo e sabe que a dita ação que não vai deixar você cumprir o objetivo desse algo se refere a ele mesmo…

Provando que para todas as consequências e reações diversas e adversas à pluralidade natural das divergências universais, encontra-se senão na vulnerabilidade das medidas das ações, a propícia forma de discernir os erros dubitáveis das formas como as quais as impeliram ao estopim inconsciente dada as razões meramente implícitas de suas próprias palavras.

Pensando bem, por alguma razão ou motivo pouco óbvio, a soma quântica da massa molecular do meu cérebro dividido pela razão da minha existência dá número quebrado e alguns neurônios queimados… E assim já dizia a profecia:

E isso porque talvez tudo não passe simplesmente de uma grande orgia cerebral…

O Universo é um supositório…

Posted in Divagação/Filosofia, Humor/Nonsense/Coisa Inútil, Prolixidade, Tudo, Universo with tags , , , , on 02/06/2009 by reticencioso

Na dispersão sistemática da expansão cósmica do agigantado conglomerado das básicas partículas fundamentais que deu seguimento ao turbilhão de poeira cósmica precedendo todos os capítulos dos tempos que percorreram a história do Universo até o presente momento, fica cada vez mais evidentemente claro, grandiosamente nítido, e de fato, supimpamente legal, de que nada podemos concluir de tudo isso…

Sendo assim, pronuncio agora uma sábia frase de um sábio conhecido, que mesmo nas horas difíceis, onde sua pessoa pode encontrar-se no momento da mais calamitosa neura, diz com fé e paixão:

_”Eu quéro é vivê!!”

Big-Bang segundo o Paint…

O dia todo…

Posted in Humor/Nonsense/Coisa Inútil, Insanidade, Prolixidade, Tempo, Tudo with tags , , , on 18/03/2009 by reticencioso

Todo dia penso que o dia todo vai ser nada mais que um dia igual ao de todo dia…
E isso me faz lembrar que se o dia todo for igual todo dia, vou passar todo o tempo achando que dia todo é igual a todo dia o tempo todo…

__Ô moça, café quente e bolo gelado, por favor…

Vida…

Posted in Crise existencial, Divagação/Filosofia, Humor/Nonsense/Coisa Inútil, Prolixidade, Tudo with tags , , , , on 05/02/2009 by reticencioso

Então, dizem que a vida é uma peça, um teatro no palco do mundo mundano onde encenamos nossos gloriosos papéis realístico fantasiantes onde fazemos a vida criar fantasia, sentido, realidade, ou o que vier a cada persona…

Seja provindo da mais brilhante mente ascendente ou surgido da mais anojosa dos viegas ambulantes, estamos aqui abaixo desse adiamantado céu nos fazendo passar vezes por nós mesmos, ora por nós outros…

Pois, isso faz parte da mais barata analogia universal não análoga que compreende as banais circunstâncias anacrônicas da realidade não literalmente virtual, comprovando a suprema lei da não-relatividade…

Na mais axiomática verdade, estamos todos hibernando em alguma experiência em uma dimensão convergente e entubados pelos gorgomilos tendo nossas mentes manipuladas para acharmos que estamos vívidos e acordados nessa infeliz vida afeita….*

E todos somos looooooooooooooooooooooooooooucos!!!!!!!!!!!!!

Então então… isso explica tudo…

_Tenha um feliz dia após o outro!!!

*Um bom tema para um filme :) …. ¬¬

O Vento de Dezembro

Posted in Noite, Poemas, Prolixidade, Tudo with tags , on 02/12/2008 by reticencioso

O vento de Dezembro,
Não é só um simples vento.
Sonoro quieto alento,
Faz-me sempre recordar…

Daqueles tempos de infância,
Que como tantos outros tempos,
Só se pode enfim lembrar.

Das cores vivas da cidade,
Do céu a festejar,
Do vento me abraçando,
Convidando a passear…

Até Janeiro vai-se embora,
Deixando apenas um vazio,
De um tempo tão vadio,
Onde minha ocupação,
Era o tempo a se passar.

Mas sinto o que era esse tempo,
Sentindo o vento de Dezembro.
Parecendo querer mostrar,
De que não importa como estamos,
Sorrindo só ou só chorando,
Tudo tende a melhorar…