Destino

Há quanto tempo,
As palavras já se desenrolavam das mãos…

De todos os lugares!
Escritos, cantados,
Alegres, funestos.

Retirados das antigas mortalhas,
Escritos e mosaicos,
Papéis pintados.

Ecoando das tavernas, praças,
Prostíbulos e santuários.
Lembranças e epitáfios.

E jazem palavras nunca ditas,
Que de outrora, não retornarão.

De vidas sádicas e misteriosas,
Mas que gravadas, nunca morrerão.

Para os que já se foram,
Para os que ainda se vão.

A contradição,
A arte sintética.
Empunhando a licença,
As vezes poética.
Se pensam que não.

Ah…
Mal sabiam alguns,
Que suas palavras,
Seriam ditadas,
E sentenciadas,
À uma vaga afirmação.

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