Ciclo…

Do Ciclo Dança de Morte

“Noite. Fanal. Rua. Farmácia.
Uma luz estúpida e baça.
Ainda que vivas outra vida,
Tudo é igual. Não há saída.

Morres – e tudo recomeça,
E se repete a mesma peça:
Noite – rugas de gelo no canal.
Farmácia. Rua. Fanal.”

Aleksandr Blok
Tradução de Augusto de Campos.

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